Author Topic: O conceito slant  (Read 31293 times)

Offline oversaturn

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O conceito slant
« on: February 22, 2013, 11:52:16 pm »
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Mais um artigo do TonySC, e um dos melhores que já tive oportunidade de ler na net… desta vez acerca dessas máquinas retorcidas, isso mesmo, das slants… aqui deixo a minha tradução, espero que gostem. :)

O conceito slant
por TonySC

Tradução de oversaturn, artigos originais aqui e aqui.


O prometido é devido, de maneiras que como hoje o mar hoje está desastroso, em vez de surf toca a saldar a dívida desta manhã... espero que sirva para conhecermos um pouquito melhor esta máquina com um cabeçal “esquisito”.

O que se segue é tudo o que consegui aprender acerca das slant, e as minhas impressões, numa intenção de descrever como é realmente esta máquina… a slant tal como eu a entendo. Não é uma revisão propriamente dita, já que me vou centrar mais no “conceito slant” que na máquina em si… os detalhes específicos da Merkur slant já são mais que conhecidos… mas isto pode complementar as revisões já feitas.  

Desde antes do nascimento das máquinas de duplo fio que se sabe que um corte em diagonal é mais eficaz que um corte recto, e isto é válido quer se trate de cortar pão, quer se trate de cortar cabeças. A diagonal é justamente aquilo que deu à guilhotina a sua grande eficácia. As primeiras guilhotinas eram de corte recto, e necessitavam de um grande peso para realizar bem o seu trabalho. O gume diagonal da guilhotina francesa resolveu as “incomodidades” que as de gume recto davam aos réus com o pescoço mais robusto.

 
A Halifax Gibbet foi a primeira guilhotina… das de corte recto. A sua eficácia foi superada pela guilhotina de corte diagonal.

Voltando ao assunto mais agradável do escanhoado, já com as navalhas se procurava tirar partido do corte diagonal com gumes rectos, e se ensinava os barbeiros a utilizar a diagonal… com passadas oblíquas.



A vertigem de inventos … e as variações do corte oblíquo



Nos finais do século XIX, Kampfe deu o primeiro passo na direcção das safety-razors com o seu híbrido máquina/navalha. Com a popularidade crescente das safety-razors de duplo fio, no princípio do século passado, houve uma revolução no barbear, e também de ideias. A imaginação desta gente de mente inquieta levou-os a redesenhar mil e uma vezes as máquinas para tirar partido do corte oblíquo…


Recta de um lado e curva do outro... A ideia de diferentes características de cada lado soa-vos familiar?



Que máquina vos faz lembrar este cabeçal “Flip-Top”? Pois já em 1913 havia Flip-Tops! !!






Ora aqui está uma ideia curiosa – a slant de cilindro!


Quanto menos, estas máquinas são curiosas. Cabeçais redondos (normalmente para o mercado feminino), quadrados, triangulares, todos traziam as suas vantagens, mas todos sucumbiram perante um pequeno problema… a peça essencial de qualquer máquina. Estas estranhas máquinas partilhavam um mesmo objectivo, integrar o corte oblíquo no cabeçal, mas todas usavam lâminas exclusivas, e as lâminas baratas, boas e fáceis de encontrar eram as Gillette. O êxito retumbante das lâminas Gillette acabou com elas. Como seria de esperar, houve quem tentasse integrar o corte oblíquo num cabeçal adequado para estas lâminas, e assim surgiram toda uma miríade de máquinas assimétricas que tentavam facilitar o corte oblíquo:







Cabeçal recto com "offset" diagonal da lâmina


E enquanto uns esmifravam a cabeça inventando, a Gillette simplesmente sugeria ao consumidor o uso do “Gillette slide”, que o Mantic59 voltou a popularizar no seu vídeo de “Técnicas avançadas” – e que não é mais que a passada oblíqua, ou em diagonal, já usada com as velhas navalhas de barbear.

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=TQco5PWc2JU" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=TQco5PWc2JU</a>


Instruções da Gillette... a passagem diagonal acabou por ser popularizada com o nome de  "Gillette slide"


O Nascimento das slant


A maravilhosa dupla hélice de Bramante

Bem seja utilizando o “Gillette Slide” ou usando algum dos artefactos que vimos, apenas um homem teve uma brilhante ideia, um desenho que deu um passo em frente para verdadeiramente conseguir o que todos procuravam… facilitar um escanhado eficaz e conseguir um apurado fácil.

No que respeita aos desenhadores e inventores de máquinas há certos nomes que me ficam gravados na cabeça. Sabemos de memória muitos modelos de máquinas, modernas e vintage, mas raras vezes pensamos na mente que as trouxe a este mundo. Nomes como Muros, Testi, Grange, etc., estão gravados, sem que eu queira, na minha mente, devido ao muito que me agradaram as suas ideias e criações. Suponho que ao recordar-me deles, é algo assim como que uma pequena homenagem pessoal aos que muito sabiam de barbear, mas que permaneceram anónimos.

Pois bem, um destes nomes é o de Thomas Wild, a quem devemos a slant quase como a conhecemos hoje em dia. Contemporânea das Gillette Old Type, a patente data de 1916, e para mim é o Bramante do barbear.

E assim nasceu a slant:



Que vos parece? Pente aberto e sem gap (abertura), como as Old Type… obviamente não acalento esperanças de tropeçar numa destas slants da era anterior à da introdução do conceito de abertura (gap)  por parte da Gillette, mas gostaria muitíssimo de dar-lhe uma tentativa! (certamente, se alguém no fórum tem alguma slant vintage e se quiser desfazer de ela… que me avise, que eu estou interessadíssimo!)

Como muitos, sempre associei a slant à Alemanha e à Merkur (e seus múltiplos “rebrandings”). Sem qualquer base, sempre tomei  como dado adquirido as suas origens germânicas, e fiquei muito surpreendido ao encontrar esta informação. Agora tenho que me habituar à ideia das suas origens britânicas.



A única slant fabricada hoje em dia é a da Merkur, e salvo que encontremos alguma vintage (na sua maioria também Merkur mas remarcadas para outras casas e lojas), é a essa que nos referimos normalmente. Não é a slant inventada por Mr. Wild, devido á questão do “gap”, ou abertura… mas mesmo assim, a ideia é a mesma. De qualquer maneira, houve muitas slants diferentes, alemãs, inglesas e francesas, e até algumas slants ajustáveis como a Walbusch B5 (irmã slant da Progress).  E nem todas as slants são iguais…



Slant tipo “Old Style”... sem abertura


Apollo com abertura constante


Merkur moderna e vintage. Além das diferenças na abertura (gap), podemos ver que uma delas é “direita” e a outra é “esquerda”… para destros e canhotos?!?!

 

.. e inclusivé uma ajustável (¿Não vos lembra nenhuma máquina actual? ;) )



… e muita conversa eu já dei a este homem, que é quem pode voltar a fazê-la, para que a reedite… eu (tal como milhares de aficionados como eu) quero uma!!


Assim, podemos encontrar diversas variações do conceito slant: sem abertura (como as Gillette Old Type), com abertura constante e com abertura variável.

Mas, o que tem a ideia de Mr. Wild e que as outras não têm?...

¿Que faz com que a slant seja tão diferente das outras?

As diferenças entre a slant e um cabeçal normal saltam à vista, mas… O que se esconde por detrás desse cabeçal estranhamente oblíquo?
Pois os benefícios transmitidos por este cabeçal são três:


Corte oblíquo

Do corte oblíquo já falámos. Simplesmente é mais fácil cortar diagonalmente, seja pão, chouriço, pelos ou cabeças.


Geometría helicoidal
 
A geometria da slant é muito particular, e um tanto enganadora se não a observamos com atenção. Não só o gume exposto se dispõe obliquamente à direcção do corte, mas também o próprio cabeçal força a lâmina (e o gume) a uma disposição ligeiramente helicoidal. Vejamos os desenhos do próprio inventor:


Uma ideia elegante!

Esta geometria acaba por se traduzir num cabeçal com abertura variável, (especialmente nas Merkur modernas – em algumas vintage, nem tanto), exposição constante e ângulo de corte variável.

E isto resulta em quê…? Pois se passarmos pelo tópico sobre a agressividade, vemos que há três factores que podem determinar a maneira como barbeia um determinado cabeçal:

  • Exposição da lâmina
  • Ângulo de corte
  • Abertura


… e resumindo muitíssimo, quanto maior a exposição, o ângulo de corte e a abertura… maior será a agressividade. Cada cabeçal combina estes três factores para proporcionar um barbear único. A essência da slant moderna está na forma como combina estes três factores. Se observarmos atentamente o cabeçal, veremos facilmente o que acontece (vão buscar as vossas slants, que eu estou sem câmara…!)
Ao longo do comprimento do cabeçal, encontramos um jogo entre o ângulo de corte e a abertura. Da esquerda para a direita (na Merkur slant moderna), encontramos um ângulo de corte alto (agressivo) com uma abertura pequena (pouco agressiva)… ou seja, a agressividade do ângulo de corte está atenuada pela benignidade da escassa abertura. Seguindo o gume para a direita, vemos que à medida que o ângulo de corte fica mais pequeno (ou seja, menos agressivo), a abertura vai aumentando (fica mais agressiva).

O resultado é um equilíbrio muito bom entre capacidade de corte e suavidade.
Obviamente, ao barbear, notaremos diferenças entre um extremo e outro do cabeçal. Como sempre diz o JCM, o extremo direito do cabeçal barbeará mais rente mesmo os pelos mais inclinados, e a minha mania pessoal com as slants é sobrepor passagens com 50% da largura do cabeçal, de modo a tirar partido a 100% da geometria variável deste cabeçal.

Sinto muito estar sem máquina fotográfica para ilustrar isto melhor e medir os ângulos reais, mas talvez a própria imagem da patente de Mr. Wild e o diagrama publicado pelo Teiste na sua revisão sirvam para que quem não tenha uma slant possa visualizar melhor.




Maior rigidez do gume

Apesar de parecer mentira, os chassis das motos têm flexibilidade, os dos automóveis também, inclusivamente há quem prefira pranchas de surf mais ou menos rígidas. No barbear acontece o mesmo, há cabeçais que proporcionam mais ou menos rigidez às lâminas, e isso é algo que se nota durante o barbear. De facto, este é um dos factores que faz com que eu deteste algumas máquinas, e é um dos calcanhares de Aquiles nas ajustáveis, que nas suas posições mais abertas começam a permitir as flexões e micro-vibrações no gume que contribuem para que o barbear não seja tão suave. O facto do cabeçal slant forçar a lâmina com uma curva longitudinal e outra transversal faz com que a rigidez do gume seja muito superior à configuração recta dos cabeçais mais comuns. Isto favorece um barbear mais suave.

Para visualizar isto de outra maneira (um pouco grosseira, mas talvez ajude), podemos imaginar como barbeia uma slant:




A Budding foi a primeira máquina corta-relvas… patenteada em  1827, quando a única alternativa era uma gadanha (que por certo também tentava aproveitar as virtudes do corte oblíquo graças à sua curvatura)

Com este pobre exemplo, podemos ver que por muito que queiramos, a disposição helicoidal da lâmina na slant faz com que seja impossível igualar o seu corte com o “Gillette Slide”. Simplesmente não é o mesmo.
O resultado: uma boa capacidade de corte com poucas exigências no que toca à técnica, e no que se refere ao ângulo.

Finalmente, ocorrem-me ainda algumas observações acerca destas máquinas:

Um desenho que funciona

É uma máquina bem desenhada, ou melhor dizendo, é um desenho que funciona. Há muitas máquinas com capacidade de corte similar, mas que pelo seu desenho (por favorecer tanto a capacidade de corte) adquirem outros inconvenientes. Reunir uma grande capacidade de corte com a suavidade e benignidade suficientes no mesmo cabeçal não é fácil nem frequente. Isto é algo que a slant faz, e muito bem… Obrigado, Mr. Wild!

De qualquer maneira, creio que devo enfatizar este comentário: A slant é a máquina definitiva?

Resposta curta: Não.
Resposta longa: Pois suponho que para alguns, sim e para outros não, mas em ambos os casos, creio que não depende da máquina. As slant alcançam um excelente equilíbrio entre capacidade de corte e suavidade, mas muitas outras máquinas fazem o mesmo e com facilidade. Agora bom, as slant barbeiam como muitas outras máquinas… poucas máquinas eu experimentei (vou em cerca de 60) que não possam proporcionar-me um apurado como o da slant, mas umas requerem muito mais atenção à técnica, isso sim.


A slant apura mais que as outras máquinas?

Pessoalmente tenho que dizer que não. Creio que o segredo da slant não está no facto de apurar mais que as outras, mas sim no facto de fazer com que atingir esse apurado seja mais fácil.

 
O lobo não é tão mau quanto o pintam

Não creio que seja uma máquina apenas para peritos, apesar do que se repete ad aeternum pela rede. De facto, e como explica o JCM na sua review, parece-me até uma boa escolha para o principiante. Devido ao peculiar desenho do seu cabeçal, não há erro nem complicação ao encontrar o ângulo correcto, já que na realidade estamos perante uma gama de ângulos.

Dito isto, a única recomendação que o iniciante deve observar é a de não exercer pressão. Feito isto, obter um BBS com a slant é tarefa de crianças… muito mais fácil do que com máquinas mais benignas. Se quisermos obter um BBS com máquinas muito benignas, a nossa técnica terá que ser proporcionalmente melhor.


Quanto mais gume… melhor

Aproveitando-nos das virtudes do desenho deste tipo de cabeçais, tiraremos o melhor partido a estas máquinas se usarmos as estas máquinas com as lâminas mais mais afiadas que encontremos. Feathers, Bolzanos e similares são a dádiva dos deuses para o “barbear helicoidal”.


Uma máquina para todos

Normalmente, a slant é recomendada para quem tem a barba dura ea pele sensível.
Entendo o factor “peles sensíveis” mas não o das “barbas duras”. Se corta bem as barbas duras, o que não fará com as barbas médias ou brandas? Pois, exactamente o mesmo, mas com mais facilidade. Usar a slant só em casos de barbas duras significa que as barbas médias e brandas percam a oportunidade de experimentar as bondades deste cabeçal. Na minha opinião, é uma máquina para todos.


Porque é que a slant agrada tanto?

Pois simplesmente porque pelo seu desenho, este cabeçal barbeia muito bem, e muito facilmente. Sinceramente, acredito que é uma máquina com uma grande capacidade de corte, e que ao mesmo tempo, é muito tolerante com a técnica. Desde a Gillette Tech mais benigna até a uma Futur com suas fauces abertas ao máximo, com quase qualquer máquina se pode conseguir um BBS se a técnica for suficientemente boa e adaptada à máquina. A slant apenas torna isto mais fácil… Pode-se pedir mais que isto?


"Put a twist in your shave" (dá uma volta ao teu barbear)

E depois de muito tempo com a slant, não posso fazer mais do que recomendar que ponhas uma lâmina retorcida no teu barbear. Não é que barbeie melhor que as outras, ou que apure mais que as outras. Com uma boa técnica, podes obter um BBS com muitas máquinas que são erradamente chamadas de “pouco agressivas.”. Mas o Sr. Wild colocou grandes escanhoados na mão daquele que se anime com uma slant.

Para muitos a slant é a máquina definitiva, para outros é apenas uma dessas que não acabam de os convencer, e para outros é apenas uma máquina mais. O que me atreveria a dizer é que é uma das máquinas que vale a pena experimentar. Ainda por cima, é fácil de comprar, está à distância de um click de rato, tem um preço razoável, e além disso, se não te agradar facilmente a venderás, e alguém no fórum vai-te estar agradecido por isso.

A mim, é um cabeçal que me agrada, se bem que pensando bem… existem poucas máquinas que não me agradem. Cada uma com sua história, as suas peculiaridades, as suas virtudes e defeitos, mas todas têm, para mim, uma atracção especial… esta, no entanto, defraudará poucos.

Saludos,

Tony

EDIT: links dos esquemas das patentes restaurados.
« Last Edit: April 15, 2018, 09:23:43 pm by oversaturn »
I wish I could be half as sure of anything as some people are of everything...


Como colocar imagens no fórum? Vê aqui.
O que é o double-post e como evitar

Offline Caramelo

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Re:O conceito slant
« Reply #1 on: February 22, 2013, 11:59:15 pm »
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  Parabéns Emanuel, excelente trabalho. :)

Offline JLTG

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Re:O conceito slant
« Reply #2 on: February 23, 2013, 01:26:55 am »
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O artigo em inglês é bom, mas em português ficou ótimo!
« Last Edit: April 04, 2013, 03:47:25 am by jltgonca »
José Luís Tomé Gonçalves

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Offline GADREL

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Re:O conceito slant
« Reply #3 on: February 23, 2013, 06:55:07 am »
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Excelente artigo, parabéns!
LEGIO PATRIA NOSTRA.

Offline Ovomaltine

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Re:Re: O conceito slant
« Reply #4 on: February 23, 2013, 09:23:19 am »
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Que excelente artigo!

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Offline ClaudioBP

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Re:Re: O conceito slant
« Reply #5 on: February 23, 2013, 10:01:46 am »
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Excelente mesmo! Parabéns!

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Offline Marques

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Re:O conceito slant
« Reply #6 on: February 23, 2013, 11:37:05 am »
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Parabéns Confrade oversaturn!
Ja era grande a vontade de ter uma Slant, depois dessa aula a minha vontade aumentou exponencialmente!

Offline FML

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Re:O conceito slant
« Reply #7 on: February 23, 2013, 05:38:37 pm »
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Oversaturn, mais uma vez, um excelente trabalho que a comunidade agradece.

Offline Mscardoso

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Re:O conceito slant
« Reply #8 on: February 24, 2013, 06:30:04 pm »
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Muito bom, muito obrigado por partilhar !

Offline Dr. Leckter

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Re:O conceito slant
« Reply #9 on: February 26, 2013, 09:58:24 pm »
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Olá Emanuel,

Uma aula o artigo! Muito obrigado...
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Offline jsalvado

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Re:O conceito slant
« Reply #10 on: March 29, 2013, 03:49:39 pm »
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Muito bom.

Offline Red

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Re:O conceito slant
« Reply #11 on: March 31, 2013, 07:47:50 pm »
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Excelente, mesmo! Isso é que é ciência! Muito bom artigo, Oversaturn.
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Offline Pitolas

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Re:O conceito slant
« Reply #12 on: April 02, 2013, 03:39:38 pm »
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Excelente artigo, já vou olhar para a minha com outros olhos :D :D

Offline TheMonk

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Re: O conceito slant
« Reply #13 on: July 01, 2013, 10:47:41 pm »
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Para quem nem sabia exactamente o que era uma Slant, foi um excelente esclarecimento!  ;)

Cumps.
David

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Offline oversaturn

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Re: O conceito slant
« Reply #14 on: February 18, 2014, 03:50:25 pm »
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1º post editado: reparados os dead links para os esquemas das patentes.
O artigo está novamente completo. :)
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O que é o double-post e como evitar

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